Tag: I Want to Kill You Like They Do In The Movies
I Want to Kill You Like They Do in the Movies tocada na passagem de som
Por Licke em 06/09/2009, categoria(s): Músicas, Notícias, Turnê - The High End Of Low, twitter
Segundo o post no twitter de @basetendencies, ontem a na passagem de som foram tocadas as músicas: I Want to Kill You Like They Do in the Movies, Dried Up Tied And Dead To The World e mOBSCENE.
Pode ser que as mesmas sejam tocadas no próximo show.
Trecho das 15 músicas do novo CD The High End of Low
Por José em 06/05/2009, categoria(s): Notícias
Escute trechos das 15 músicas do próximo CD da banda Marilyn Manson, The High End of Low pra ficar com água na boca. O lançamento oficial do álbum está previsto para dia 26 de maio aqui no Brasil, pela gravadora Universal Music Brasil.
[Atualizado] Você também pode ouvir o trecho das músicas na loja virtual do iTunes.
Marilyn Manson na revista francesa Rock Magazine
Por José em 03/05/2009, categoria(s): Entrevista
O site MarilynManson.fr publicou uma nota dizendo que Marilyn Manson está na última edição da revista francesa Rock Magazine.
Aviso de Morte
Em The High End of Low, o shock-roquer faz uma tentativa de voltar a provocação após vestir esta surpreendente traje amado. Uma autopsia do retorno a um passado artístico.
Brian Warner morreu de uma morte violenta, um assassinato feito pelo livro, a pessoa responsável ainda esta em atividade. Um certo Marilyn Manson, um psicopata veloz que uma fez já foi considerado o inimigo número 666. Explicação. O artista confirmou que ele estava sempre no controle da persona e que ele nunca vai ser consumir por esta “outra metade”. Então Eat Me, Drink Me pode ser visto como a última reconquista, não dos seus fãs, mas dele mesmo, um álbum que não deveria ter vindo com o nome Marilyn Manson. Ele não choca mais, Brian Warner ficou pelado pela primeira vez em sua vida, expondo seu coração ferido ao invés de apenas espalhar fezes na América. Este álbum solo, composto com seu novo amigo Kleenex(lenço de papel) Tim Skold, é a mais corajosa peça de arte de toda sua carreira. Ele tomou coragem para enterrar a violência e expor-se como vitima depois de todos estes anos sendo o agressor, o criador de problema. Especialmente depois do grande sucesso do álbum The Golden Age of Grotesque, visivelmente o álbum menos interessante musicalmente, uma vez que ele continha um bando de metal industrial clichê, apesar de um bom conceito.
Mas os fãs gostariam de ser servidos com as mesmas velhas coisas mais e mais vezes, como você explicaria a enorme rejeição do álbum Eat Me, Drink Me?
Pela primeira vez em sua vida, Manson tentou sair de seu público agitado papel, e essa tentativa foi um desastre total: baixas vendas e uma ruim e patética apresentação, onde nós podermos ver um moribundo Brian Warner, que estava tentando replicar as mímicas do Antichrist Superstar. O espectador é testemunho da queda de um dos grandes intérpretes da década de 90.
Do Deus da foda para Deus dos fãs
Quando David Bowie teve a coragem de anunciar a morte do Ziggy Stardust, o reverendo Marilyn Manson definitivamente ganhou a batalha contra Brian Warner. Uma tomada previsível desde o retorno de Twiggy Ramirez, que deseja um regresso ao antigo som de Antichrist Superstar. Pão condenado para os fãs, excerto que Trent Reznor não está mais envolvido agora. É difícil acreditar em um renascimento musical que seria tão mórbida, perniciosa e insalubre.
Sim, The High End of Low é um álbum negro e atormentado, mas não tão sujo quanto o Antichrist Superstar, mesmo que alguns arranjos musicais tentassem nos fazer acreditar. Mas os fãs deveriam está agradecidos neste monte de clichê.
E assim, o single (todos vocês sabem da porra do título) é uma volta ao usual ritmo que foi ignorado em Heart-Shaped Glasses, o mesmo vale para We’re From America, uma tentativa de criticar a América moderna, um pouco difícil de engolir nesse estado Obamania que os americanos estão.
O pior é chegar na monótona Running to the Edge of the World que supostamente seria o retorno ao som de Mechanical Animals, mas sem o impacto emocional, o som contém o estilo de construção do Bom Jovi. O produto é bom e perfeito, nós lamentamos o trabalho de Trent Reznor fez no passado no som e ambiente.
Então esse álbum é bom para ir para o lixo?
Certamente não, há alguma genialidade neste The High End of Low. Um artista nunca é mais interessante quando ele escapa de seu universo, então se curve perante a melodia country de Four Rusted Horses, alto-ego moderno de Personal Jesus, a descategorizada I Want to Kill You Like They do in The Movies, que são 9m05seg pegajosos, possessivos e empolgantes, visivelmente a música principal do semi-misturado álbum que faltou ousadia, e sem duvida alguma, feito apenas para agradar os fãs.
Uma não surpreendente evolução que trás Marilyn Manson perto de Alice Cooper e aniquila todo vinculo que existia com Bowie. A previsível, mesmo bem feita, procura pela substituição musical. Sim, Brian Warner foi aprisionado. Os fãs estão agradecidos, mas Manson deve está morrendo por dentro, sentado no topo de sua torre de marfim.
Entrevista na Kerrang!
Por José em 18/03/2009, categoria(s): Entrevista
“Eu fiz 158 cicatrizes em um dia”
Marilyn Manson faz novo álbum pretensioso e autobiográfico.
Marilyn Manson falou exclusivamente para a revista Kerrang! sobre seu próximo álbum de estúdio da banda, The High End of Low. As 15 faixas gravadas mostra Manson reunido com o baixista e parceiro de letras Twiggy Ramirez – que deixou a banda em 2002 citando diferenças criativas – e o produtor Sean Beaven(Nine Inch Nails, Slayer) que gravou o álbum da banda de 1996, Antichrist Superstar. Faixas selecionadas para aparecer no release inclui I Want to Kill You Like They Do In The Movies, Arma-goddamn-motherfucking-geddon, Devour, Four Rusted Horses, 15 e We’re From America que está disponível para download no site da banda, www.marilynmanson.com, desde o início da semana.
We’re From America será a primeira faixa que os fãs irão escutar do álbum. Você poderia nos da mais detalhes sobre a música?
Eu acho que muita gente irá escutar essa faixa e talvez inicialmente pensar que o álbum é apenas sobre política, mas não é apenas isso, é também eu descrevendo um monte de cenários fodidos que eu vou passando em minha vida pessoal. Alguém me pergunta “Porque você é tão fodido?”, “Bem, eu sou da América”. Eu odeio o fato de muitas pessoas tenham fodido com o país, e muitas pessoas foderam com minha vida pessoal e eu permiti que isso acontecesse. Então de alguma maneira, eu sinto um pouco como a toda a América se sente, mas de nenhuma maneira isso me torna um braço-de-árvore roqueiro patriota livre.
Quais músicas vieram do estúdio?
Nos não estávamos preocupados em tentar ser profissionais, ou tentando ser qualquer coisa. A guitarra soa como o pau [do Twiggy] quando está duro. Por isso eu descrevi o álbum como sendo “duro” não “pesado”. Porque se nos estamos fazendo uma música que será chama de “pau” – você gostaria que ela fosse pesada? Isso é um peso. Ou duro? Quando você poderia fazer coisas com isso. O álbum veio à tona – sem trocadilhos – com uma confidencia de alguém que é absolutamente seguro. – sem trocadilhos. Completamente destemido de qualquer coisa.
Vocês estavam preocupados com o que a gravadora poderia pensar sobre isso?
Não. Em um momento eu disse para todo mundo. “Eu realmente não me importo”, O que eles iriam fazer? Devolver? Você irá me queimar? Chamar algum policial especial que irá berrar comigo. Você esqueceu com que banda você está lidando? A gravadora só recentemente parecia começar a ter uma estranha preocupação de que eu poderia estar louco. Sério? Está louco? Eu acho que eles estão um pouco atrasado sobre isso.
Como você descreveria toda a atitude do álbum?
Esse não é um álbum que nos deixaríamos preto e auto-intitulado e maduro. Esse álbum é o cara do 12º grau que tem VD e faz cocaína na escola, que já foi preso uma vez e a garota do 9º grau quer transar com ele.
O álbum tem algum conceito ou algum tema especifico?
As músicas do álbum são autobiográficas, mas elas têm também muito de suas próprias histórias no mesmo sentido como algo do meu trabalho anterior no álbum Antichrist Superstar. As músicas estão na ordem que elas foram escritas e cantadas. Foi uma história que tomou lugar e eu não sabia realmente o que seria até que acontecesse. Eu tive que encontrar como isso iria terminar em condição a terminar a gravação. Esse álbum deixa muitas cicatrizes, e eu acho que elas são boas.
Cicatrizes de verdade?
Bem, eu fiz em mim 158 cicatrizes em um dia. Era eu tentando provar algo para alguém – a mim mesmo. Não foi como meus anos passados de automutilação, algo para ser escondido, ou um tipo de compulsão. É mais como tatuagens, 158 coisas que aconteceram naquele dia que eu queria relembrar-me.
Há mais alguma lembrança na criação do álbum?
Eu escrevi todas as letras na parede da minha casa. Não foi para ser decorativo, foi como essas coisas, como é a última coisa que alguém vê, antes de colocá-los em outro lugar. Eu acho que se parecem boas. E se alguém quiser ir a esse quarto e fornicar comigo, eu acho que eles são zeladoras… e quando eu disso zelador, eu quero dizer seqüestro. Eu provavelmente irei fazer a maioria das entrevistas de imprensa do álbum em minha casa, antes de eu deixá-la e destruí-la, porque você pode ver a história e como o álbum foi feito dentro da casa.
O que mais você documentou?
Durante todo o processo eu tirei um monte de fotos, então a “artwork” é um monte de “historias-contadas” e como que as músicas se tornaram mais do que meu ponto de vista ao invés de olhar para mim. Porque eu sempre queria tirar fotos, minha casa esta montada como um estúdio de filme. Ao invés de lâmpadas eu tenho luzes de filme e máquinas de fumaça e coisas.
O álbum também tem a qualidade de um filme?
Sim, eu realmente olhei para esse álbum como um filme, talvez por que eu tipo dirigi ele. Eu parei de tentar se conformar uma vida regular em torno da idéia de que a vida é normal. Porque ela não é toda apenas um filme? Se pessoas estão assistindo, elas estão me assistindo sendo um bumbão ou assistindo eu entediado ou criado algo incrível. Essa é apenas uma parte do filme. Isso me permite ser mais criativo.
Há alguma faixa que particularmente surpreendeu você ou irá surpreender os fãs?
15 é a faixa 15 do álbum. Essa é a mias importante música que foi escrita por Marilyn Manson como entidade. Esta é a mais incomum música que eu já escutei. Eu pensei que o álbum estava pronto, como há uma épica e gloriosa faixa [antes dessa] que eu acho que fará Twiggy eternamente reconhecido como herói da guitarra. Que se sente como o fim do álbum, mas o que estava acontecendo em minha vida ainda não tinha resolvido. Então em 5 de janeiro, 1(janeiro) e 5, eu cantei 15 e a letra dirá a historia desse dia…!
Terminado o álbum marca o fim e uma solução para seus problemas?
Eu acho que minha vida definitivamente termina e começa. A gravação soa como final, mais é quase otimista – pensamento que é uma estranha palavra a se utilizar. È uma fênix vinda do fogo e um resgate, ressurreição.
Marilyn Manson revela detalhes do novo álbum
Por José em 07/02/2009, categoria(s): Notícias
Marilyn Manson em seu site oficial revelou detalhes do seu sétimo e mais novo álbum: The High End Of Low. O novo álbum marca a volta do baixista Twiggy Ramirez após ter deixado a banda em 2002.
De acordo com o site, Manson revelou também que o álbum está em processo de mixagem e ainda sem data para lançamento (rumores indicam que o álbum está previsto ainda para o mês de maio).
Ainda no mês de fevereiro o primeiro vídeo clipe do álbum intitulado “I Want To Kill You Like They Do In The Movies“ entrará em processo de filmagem. O vídeo terá nove minutos e segundo o próprio Manson, será extremamente sádico. Basicamente fala sobre assassinato, sexo, morte, o fim.






















