Portrait of an American Family

My Monkey

Portrait of an American Family

1994

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My Monkey

I had a little monkey
I sent him to the country and I fed him on gingerbread
Along came a choo-choo, knocked my monkey coo-coo
And now my monkey’s dead
At least he looks that way
But then again don’t we all
What I make is what I am, I can’t be forever
I had a little monkey
I sent him to the country and I fed him on gingerbread
Along came a choo-choo and knocked my monkey coo-coo
And now my monkey’s dead
Poor little monkey
Make you…break you…make you…break you…lookout
What I make is what I am, I can’t live forever
We are our own wicked gods
With little g’s and big dicks
Sadistic and constantly inflicting a slow demise
I had a little monkey and I sent him to the country
And I fed him on gingerbread
Along came a choo-choo and knocked my monkey coo-coo
And now my monkey’s dead
The primate’s scream of consonance is a reflection
Of his own mind’s dissonance

Meu Macaco

Eu tinha um macaquinho
Eu mandei-o para o campo e alimentei-o a pão de gengibre
Depois veio um combóiozito, deu uma cacetada no meu macaco
E agora o meu macaco está morto
Pelo menos parece estar…
E daí… não parecemos todos?
O que eu faço é o que eu sou, não posso ser para sempre.
Eu tinha um macaquinho
Eu mandei-o para o campo e alimentei-o a pão de gengibre
Depois veio um combóiozito, deu uma cacetada no meu macaco
E agora o meu macaco está morto.
Pobre macaquinho!
Fazer-te…. quebrar-te … fazer-te… quebrar-te… Atenção!
O que eu faço é o que eu seou, não posso viver para sempre.
Nos somos os nossos próprios malévolos deuses
Com “D’s” minúsculos e grandes paus
Sádicos e constantemente infligidos com uma lenta agonia.
Eu tinha um macaquinho
Eu mandei-o para o campo e alimentei-o a pão de gengibre
Depois veio um combóiozito, deu uma cacetada no meu macaco
E agora o meu macaco está morto.
“O grito do primata em consoante é uma reflexão
Da dissonância da sua própria mente”

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