Marilyn Manson na revista Metal Hammer

Publicado em 22 de maio de 2009 • por

O usuário lunch do fórum heirophant, fez um resumão dos assuntos abordado na edição alemã da revista Metal Hammer que saiu esse mês. Abaixo você confere a tradução.

Sobre a gravadora:
“Hoje, a indústria discográfica está a fazer tão mal que eles devem estar felizes com a realização desse álbum. O álbum é forte e autoconfiante e estou feliz em sair em turnê com ele.”

Sobre Eat Me Drink Me:
“Eat Me Drink Me é um álbum um pouco difícil para mim agora. Enquanto eu estava criando-o eu estava mal e o álbum foi parte da minha recuperação. Eu não vou tocar a maioria das músicas desse álbum nunca mais. Ouvi-lo não é traumático para mim, mas eu só não quero lidar com isso agora”.

Sobre The High End Of Low:
“Ao criar esse álbum me dei conta de que não preciso de uma história ficcional ou um conceito. Ser eu mesmo é bastante difícil escrever músicas sobre isso felizmente não é. Sou eu mesmo neste álbum. Ele contém minha raiva, minha dor meu estranho e especial senso de humor. Eu queria fazer um álbum que mostrasse quão complicado é ser eu. E eu não podia e não queria fazer isso a partir de uma perspectiva distante de um personagem ficcional. Não posso inventar coisas que são mais complicados do que a minha vida pessoal.
O álbum também lida com perda e recuperação, com destruição e recuperar de relacionamento e, eventualmente, com o fato que eu poderia escrever músicas e fazer amigos com Twiggy novamente. Esse foi um ponto muito importante na minha vida, não vejo outro ponto importante a 7 anos.
Eu não acho que o álbum é como tudo o que fizemos no passado, ele só tem a atitude passada.”

Sobre a turnê Rape Of The World:
“Quando finalmente estávamos juntos novamente no palco, era apenas por algumas semanas, e foi triste porque a atmosfera era ótima. Então, nós decidimos colocar essa energia diretamente no álbum. Mal podemos esperar para tocar as músicas ao vivo. Twiggy será o guitarrista pela primeira vez na próxima turnê. Quando eu o conheci, ele era um guitarrista em outra banda. Eu o convenci a tocar baixo em minha banda – em minha opinião ele é o melhor baixista do universo e depois do The High End Of Low, ele é também o melhor guitarrista que eu já ouvi. Acho que a maneira como ele toca a guitarra é tão arrogante, orgulhoso e complicado – é tudo ao mesmo tempo e que reflete a sua personalidade.”

Sobre “Pretty As A Swastika”:
“Primeiro, a gravadora queria obrigar-me a tirar toda a música do álbum porque tinham medo de não vender tanto, e que seria um pouco ofensivo. Eu não fiz isso. A palavra “suástica” em si não é ofensiva. Eles vieram com o argumento da história alemão, embora a música não tenha a intenção de retratar o holocausto ou nazismo como bonito. O título vem de algo que eu literalmente disse a uma menina cuja aparência tinha a combinação de cores: lábios vermelhos, pele branca e cabelo preto.
Então eu decidi usar o cifrão à vez de “suástica”. É um substituto para o original, mas representa sobre o que é a discussão: A gravadora é sobre dinheiro e não arte… Este título é umas das minhas declarações artísticas e poéticas favorita. É aberto à interpretação. E é assim que a arte deveria ser: Um ponto de interrogação e não um cifrão”.

Sobre dinheiro:
“Dinheiro não tem qualquer significado para mim. Tudo o que preciso é dinheiro suficiente para pagar um quarto de hotel, comida de gato e Absinto. Isso é o mínimo para eu sobreviver. Dinheiro não deve ser a motivação para um artista. Um artista deve estar feliz por ser capaz de expressar suas idéias e visões. Muitas pessoas perderam esta famosa motivação, e eu nunca quis ser um deles. Eu nunca quis ser um produto que é formado por outros. Mas isso é difícil: Não é fácil não ser um carro quando as pessoas querem te vender como um.”

Sobre relacionamento:
“Estou vivendo a sós com os meus gatos desde novembro. Estou em um ponto na minha vida que eu estou procurando por alguém que leva um relacionamento tão sério quando eu levo.”

Sobre a próxima turnê:
“Eu quero transferir meu clima doméstico para o palco. Quero obscurecer a linha entre a minha arte e minha vida pessoal no palco.”

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