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Entrevista

Um bizarro encontro com Marilyn Manson

Por Mrs Manson em 27/07/2009, categoria(s): Entrevista

Marilyn Manson em entrevista para Times OnlineUm amigável, acessível Marilyn Manson, acompanhado pelo seu absinto, fala sobre estar sem compromisso, drogas e Modelos.

Ingênuo incorrigível que sou, eu não percebi, imediatamente, que Marilyn Manson está totalmente consumido em absinto. Eu posso vê-lo consumindo a bebida, mas eu presumi que era apenas para o show. Até que no final, quando ele me mostrou uma foto em seu iPhone de uma swastika desenhada recentemente nos pêlos púbicos de sua nova namorada, mudei de opinião.

“Fui eu quem desenhou” Ele estava dizendo enquanto seu agente o conduzia para fora do quarto, “com deleniador azul. Eu tive que ligar para o hotel: ‘Poderia me arrumar uma régua, por favor? ‘ Era 6 da manhã. Mas você sabe, uh, para alinhar corretamente. Entende?”

Mais ou menos. Mas estava tarde. Nesse exato momento nós estávamos entrando em um quarto do Hotel London Metropolitan. Manson, o auto-proclamado Anticristo Superstar e o Deus da F*** e o principal motivo pelo qual os americanos tendem a ter medo de seus góticos e não simplesmente caçoam deles como nós fazemos, tem um álbum à promover.

Ele não quis vir até aqui comigo. Ele preferiu ficar no quarto ao lado com uma loira escultural, que usava um enorme salto alto e vestia um minúsculo vestido de lycra. Eu não sei quem ela é. Eu sei que ela não é a nova namorada, aquela com a pélvica desenhada. Eu observei. O rosto é diferente.

Manson saiu na noite passada, foi ao bar. E eu tenho a ligeira impressão que a noite ainda não terminou. Hoje ele está usando enormes óculos de sol, o habitual pó de arroz, batom escuro e uma capa com um capuz preto, no qual ele costuma afastar como se fosse seu cabelo. Está vestido de calças de couro e coturno preto. A janela atrás de nós era ruidosa, e ele insistia em achar que eram barulhos de tiros. Deixando evidente os efeitos de sua noitada.

“Alguém deixou uma faca no meu quarto”, ele resmunga, com aquela voz gravemente rouca. “Sabe aquelas pequenas facas peculiares? Eu quase a usei. Em uma mulher. Mas então eu pensei… não. Eu não tinha uma pá ou qualquer coisa do tipo. Não dá para enterrá-la com a cortina do chuveiro…” De todas as coisas horríveis que o Manson diz, isto foi dito com um doce e sereno sorriso. Você ri. Há um certo juízo aqui por trás dessa névoa de anis. Depois ele irá sentir o peso e o olhar severo. “Eu causei isso… eu tenho um ferimento. Vai daqui até ali. Eu não sei de onde veio. Então significa que a noite foi boa. Livre do compromisso. Intoxicado pelo descompromisso”. (Continuar lendo…)

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Marilyn Manson em entrevista para o site Noisecreep

Por Licke em 19/07/2009, categoria(s): Entrevista

Marilyn Manson fala sobre Chris Vrenna, álbuns que ama e Deus.

Marilyn Manson em entrevista NoisecreepMarilyn Manson estava em um hotel de Hollywood – o Sunset Marquis, caso você seja um GPS humano querendo saber seu paradeiro há algumas semanas atrás – quando ele reservou algum tempo para Noisecreep. Na verdade, ele estava tocando piano, e disse, “Eu quero tocar melhor do que isso ou tocar como Billy Joel ou Elton John. Apenas vou fazer soar assustador.”

Manson realmente falou um bocado aqui, mas e daí? Ele pode; como o moderno rei do Sock, o novo Alice Cooper, com um toque muito mais perverso. Mas Mr Manson foi, decididamente, maduro enquanto falava sobre seu novo álbum ‘The High End of Low.‘ Sua leveza de humor foi sem dúvida reforçada pelo seu trabalho com os dois velhos e grandes amigos.

“Chris Vrenna foi o terceiro elemento no álbum”, disse Marilyn Manson ao Noisecreep, referindo-se ao seu tecladista. “Ele interpretou o papel do maduro e ajudou a desenrolar o caos de nós dois”, Esse “nós dois”, Manson está se referindo a ele mesmo e seu velho amigo, o baixista Twiggy Ramirez, que retornou à família Manson para o novo álbum, que foi um esforço sistemático para o cantor. “As músicas aparecem na ordem da qual eu as cantei, e elas ganham força com sarcasmo, comigo recuperando a minha personalidade, tornando-se amargo e, em seguida, confiante” Manson revelou.

“Qualquer pessoa que ouvir o álbum pode relacionar-se, desde que eu não quis um álbum sobre os meus problemas apenas e como eu os encaro. Pessoas podem se relacionar com essas músicas, que é o que eu amo em outros artistas que fizeram meus álbuns favoritos, como ‘Diamond Dogs’[David Bowie's] ou ‘Wish You Were Here.’ [Pink Floyd's]

Manson também fez outra chocante reclamação – ele afirmou que ele acredita em espiritualidade, ou pelo menos a noção de espiritualidade! “Eu sei que conservadores censuraram a palavra ‘God’ (Deus) em ‘Goddamn’” (maldito) Manson ri. “Nós ainda somos controlados pela religião em uma época atéia. Eu compreendo que esta afirmação que fiz vem de alguém que é visto como imoral e Satânico, mas eu acredito na espiritualidade e em um Deus.”

Tradução Mrs. Manson

Fonte: Noisecreep

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Perguntas e Respostas para o site AZCentral

Por José em 18/07/2009, categoria(s): Entrevista

Marilyn Manson participou de uma Q&A(perguntas e respostas) para o site AZCentral, veja abaixo a tradução:

Qual é a grande diferença entre o Marilyn Manson que escreveu em 1994 o álbum “Portrait of na American Family” e o cara que escreveu esse ano o álbum “The High End of Low”?

Eu poderia ter tirado todas as minhas experiências e elas poderiam ter me deixado fatigado ou cínico, mas eu acho que ainda aprecio a idéia de que há uma razão em você torna-se um artista e principalmente um “rock and roll” e isso pode ser simplificado como você querendo se comunicar com alguém. Se você quiser quebrar, rock and roll é dizer o que você não pode dizer em sua vida normal para as meninas, então você tem quem dizer em músicas.

Entre fazer o meu primeiro álbum e fazer esse último, um monte de coisas foram perdidas em seu decorrer e este álbum é muito sobre perda. Eu não poderia ter escrito um álbum sobre perda quando fiz o meu primeiro álbum, porque eu não tinha experimentado obter todas as coisas que alguém gostaria de manter quando você tem o mundo na sua frente o que é como perdê-los e apreciá-los.

Com este álbum, tentamos conseguir as mesmas pessoas que estiveram envolvidas na tomada de “Antichrist Superstar” e “Mechanical Animals” para trabalhar no álbum. Tudo que me interessa agora são pessoas envoltas de mim pensando que o que eu estou fazendo é bom. Se eu toco o álbum para a minha namorada e ela gosta dele, então não me importa o que alguns executivos da gravadora irão pensar sobre ele.

Quando você disse que perdeu tudo por ter sido acusado por Columbine, o que exatamente você quis dizer? Infelizmente, esse parece ser o momento definidor de sua carreira e realmente não tinha nada a ver com você.

Eu perdi todo o meu dinheiro, e eu comecei a separar-me de pessoas que cuidavam de mim, incluindo Twiggy. Eu sempre disse que se você irá dizer algo ou apresentar-se de uma determinada maneira, você tem que assumir a responsabilidade por isso. Não posso dizer que não tenho a ver com isso, mas se eles vão me culpar, eu quero, pelo menos, uma espécie de Grammy ou algo assim. Que não tenho nada a perder agora. Fazer música é arte, e não dinheiro. Eu posso viver em uma casa com a minha namorada e meu gato, enquanto eu tenho comida de gato, Absinto e drogas. É isso que o rock and roll é. Se você acreditar no que você está fazendo, você irá fazer dinheiro. Quando você questiona, não.

Como tem sido trabalhar com o novo baixista, o nativo de Phoenix, Andy Gerold e por que você não deu um nome artístico a ele?

Ele é obviamente qualificado para o cargo, por que ele é sarcástico e ele veio do mesmo lugar de onde começamos a banda. Acho que passamos dessa etapa de nomes artísticos, e isso se tornou o que todo mundo espera de nós.

Ao longo dos anos você teve um monte de alterações na formação da banda. Que formação que você acha que é/foi a mais forte?

A formação atual, pois estamos todos animados em está na banda novamente e realmente apreciando que é um privilégio para nós fazermos isso juntos. Estou agora ligado emocionalmente a todos da banda, incluindo Andy. É apenas o começo, e acho que o próximo álbum sairá muito mais cedo que o último álbum feito.

Porque você acha que Twiggy e seu ex-baixista/guitarrista Tim Skold não poderiam co-existir na banda juntos?

Twiggy escreve música do coração, e Tim Skold escreve a partir do seu talão de cheques.

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Novo vídeo legendado

Por José em 12/07/2009, categoria(s): Entrevista, Vídeos

Se você, assim como nós sente saudades da época do álbum Antichrist Superstar, segue abaixo uma entrevista concedida em 1997 onde Marilyn Manson fala sobre música, arte, violência, fama e muito mais. Confira!

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Twiggy Ramirez NRV TV

Por Licke em 10/07/2009, categoria(s): Entrevista, Vídeos

Twiggy concedeu uma entrevista ao site NRV-tv, falando um pouco sobre sua volta, o novo álbum e Marilyn Manson. O vídeo pode ser assistido aqui.

Minha interpretação para o titulo “The High End of Low” ilustra a qual ponto você pode afundar por causa de alguma coisa, como certas situações podem ser dramáticas e como você pode sofrer!
Na gravação desse álbum nós não tínhamos uma idéia ou uma direção, ele veio de uma forma muito natural. Não falando pelo Manson, mas acho que esta é a primeira vez que ele chegou a um projeto sem utilizar as letras que ele tinha preparado anteriormente.

Ele perdeu suas anotações com todas as letras que ele estava trabalhando, portanto, ele foi forçado a se inspirar naquilo que ele estava vivendo naquele momento e eu acho que o que ele estava passando em sua vida durante a gravação desse álbum se reflete no resultado final.

Como progredimos, nos damos conta de que esse álbum é orgânico, não é como as outras produções. Não havia nada para se recriar, havia apenas 1 ou 2 partes de guitarras em vez de 10 faixa de guitarras e cheio de coisas que é impossível da banda tocar.

Tudo produzido nesse álbum pode ser reproduzido pela banda ao vivo e essa é a razão pela qual soam melhor ao vivo também.

Trabalhando com “A Perfect Circle” e “Nine Inch Nails” eu aprendi bastante. Eu definitivamente voltei um melhor músico. Não tenho nada a ver com essas bandas, mas sim ao fato de tocar com outras pessoas.
Provavelmente mais trabalhando com Chris Goss, nos temos uma banda, uma banda paralela chamada Goon Moon juntos, eu aprendi muito observando a maneira que eles gravam e remasterizam, não é uma maneira tão meticulosa de gravar como pegar o microfone e gravar, não é assim. É muito básico e eu tentei utilizar este método no álbum, não porque soa melhor na maioria das vezes que fazemos isso, mais por que soa de forma diferente.

Eu acredito que o mundo real é um pouco mais perigoso do que Marilyn Manson é, a vida é muito mais assustador que a nossa música, e Manson é um espelho… a maioria dos assunto que Manson falar é apenas um reflexo do que está acontecendo e o mundo está se tornando mais perigoso por si mesmo, e Marilyn Manson também.

Para ser honesto, estou tão longe de tudo que eu não me importo nem um pouco, tudo o que me importa é compor música.

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