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Entrevista

Metal Hammer faz review do show de Londres (09/12)

Por José em 29/01/2010, categoria(s): Entrevista, Turnê - The High End Of Low

Após duas apresentações decepcionantes e sem brilho em festivais, dois medianos álbuns e quase dois anos desde sua última turnê no Reino Unido, Marilyn Manson tem muito o que provar aqui essa noite. Essa é a primeira de duas apresentações no Brixton Academy em Londres e a multidão abarrota a via de entrada e saída como um testemunho de sua última atração, apesar dos ataques.

Quando as luzes se ofuscam e a cortina caiem, uma parede de fumaça atravessa a multidão estrindente e para a primeira música todos nós assistimos luzes vermelhas e azuis tentando alcançar a névoa enquanto a tremendamente lenta ‘Cruci-fiction In The Space’ irradia. Claramente apenas podemos ver contonos do homem que uma vez foi chamado de Brian. Ele não é a visão aterrorizante ‘anti-estabelecido’ e ‘anti-ele mesmo’ que uma vez já foi, mas ele certamente aparenta mais lúcido e sóbrio que nas suas mais recentes entrevistas. ‘Disposable Teens’ torna-se apropriadamente uma arrebatadora resposta, mas a química de antigamente fica aguada e até mesmo suas músicas registradas parecem falsas e forçadas. Estrelas do rock frequentemente perdem o terreno e começam a abusar do público, mas quando você começa audaciosamente abusar uma igualmente audaciosa multidão, o que você obtem de lá? Desânimo? Desinteresse? Enquanto ‘The Love Song’ e ‘Irresponsible Hate Anthem’ ressoam alegre pela ação de algumas pessoas, nós queremos saber quantas pessoas sabem ou não o que ele quer dizer, se ele está bebado ou não, porque ele está sem energia. Conhecendo Manson, esta é provavelmente a direção.

Durante a apresentação, ele é iluminado e banhado por fumaça, seus trajes que são marcas registradas foram limitadas a quase nada e sua performance teatral estão limitadas em pegar oxigênio, derrubar o microfone e jogar toalhas de rosto no público. Shows de Metal deveriam te levar ao extremo, mas a o perigo de te deixar entorpecido. Como tal, o show de Manson não é um carro batido ruim nem um carro novo. Ainda, Manson está mais divisível do que nunca, e enquanto ele deixa muitos indiferentes, a maioria está suando em um ecstasy catártico.

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Chris Vrenna fala sobre novo álbum em entrevista

Por José em 19/01/2010, categoria(s): Entrevista

Chris Vrenna, o atual tecladista da banda Marilyn Manson, foi entrevistado pelo site VampireFreaks.com e entre outras coisas, ele falou sobre seus projetos paralelos ao lado de Gnarls Barkley, KMFDM, Axl Rose e de sua participação nas trilhas sonoras de jogos de videogames como: Alice McGess, Doom 3 e Quake 4. Abaixo então os trechos da entrevista onde Chris fala sobre Manson e sua participação na banda. A entrevista na integra (em inglês) pode ser linda através deste link.

Rafi: Uma detalhe estanho que eu observei sobre os seus créditos em produção, é que você esteve de alguma forma envolvido com quase todos os álbuns de Marilyn Manson, desde ‘Portrait Of An American Family’. Parece como tudo isso estivesse levando você a se tornar um membro fixo da banda?

Sim, eu trabelhei em ‘Portrait Of An American Family’, no EP de ‘Dope Hate’ e ‘Antichrist Superstar’ que foi o maior. No entanto, quando veio o próximo álbum (‘Mechanical Animais’) foi quando o time meio que se desfez. Logo após ‘Antichrist Superstar’, foi quando Trent e eu seguimos nossos próprios caminhos, e eu não trabalhei em mais nada até ‘Lest We Forget’. ‘Eat Me, Drink Me’ foi todo feito por Tim Skold. Mas sim, eu estive dentro e fora de campo desde o início.

Rafi: Você acha que de alguma maneira você foi levado a este ponto, onde você é um membro do núcleo da banda?

Acho que sim, sinceramente eu nunca pensei nisso. O ano que Manson não estava em turnê para fazer o álbum ‘Eat Me, Drink Me’, eu estive fora e fiz uma turnê com Gnarls Barkley, que é um projeto que todos ficaram chocados por eu estar envolvido após ter estado em turnê com alguém como Manson. Tudo que eu posso dizer é “Por quê? Por se tratar de ‘hip hop’ ou ‘soul’? Por que sou branco, e você acha que não posso ser ‘groove’? O que você está tentando dizer tolo? [Ambos rindo]. Essa banda e seus shows foram incríveis, eu amei trabalhar com eles.

Rafi: Aparentemente Manson está passando por um enorme salto de sua música para suas letras, que visão você nos dá sobre o que aconteceu, que papel você está fazendo e o que você acha que o futuro reserva para a banda?

Eu sei que algumas pessoas estão tendo problemas com as mudanças que a banda / Manson tem feito e tudo o que posso dizer é “foda-se!”, eu pessoalmente adoro o álbum e acho um dos mais corajosos que ela já fez. Sim, este não tem as mesma batidas de antes e ele não anda mais de meia-calça pelo palco, recentemente foi o aniversário dele e ele tem agora 41 e eu 43, nós não podemos ter 21 anos para sempre. Você fica parecendo um idiota, você tem que amadurecer como artista e refletir sobre outras coisas em sua vida e mundo. Eu não posso suportar que as pessoas possam ser tão mente fechada sobre tudo, “Isso não soa como Irresponsible Hate Anthem…”, bem então vá ouvir Irresponsible Hate Anthem. [Ambos rindo] Isso tem sido contínuo, se você pensar sobre isso, cada álbum de Manson tem sido muito diferente, após ‘Antichrist Superstar’, ‘Mechanical Animals’ foi lançado e as pessoas odiaram ele porque ele não era o mesmo álbum. Artistas devem escrever o que está em seus corações no momento, então é óbvio que Manson estava sentindo-se mais sobre aspectos emocionais de sua vida, em vez de política e religião. Quem sabe o que ele irá sentir desta vez?

Rafi: Vocês já começaram a falar sobre o novo álbum?

Neste momento estamos apenas conversando e chegando com os conceitos. Acabamos de voltar da turnê em 23 de dezembro que foi longa e brutal desta vez. Costumamos tocar cinco semanas seguidas e folgar uma semana, desta vez nós realmente não tivemos folgas.

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Marilyn Manson: “Vamos tocar cada álbum em noites diferentes”

Por José em 04/12/2009, categoria(s): Entrevista

Marilyn Manson falou para a revista Hammer Magazine e anunciou seus planos de tocar seus três álbuns clássico em cidades ao redor do mundo. Além disso, ele respondeu sobre sua performance esse ano no Download Festival…

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“Nos Estados Unidos – e em algumas datas na Europa talvez – nós planejamos tocar os três álbum, “Holy Wood”, “Mechanical Animals” e “Antichrist Superstar” de cima a baixo em três noites em cada cidade, que é algo que nunca fizemos antes – nós nunca tentamos ao vivo.

Você sente que suas recentes reviews negativas – como a do Download Festival – foram justas?

“Eu não as li, mas acho que não estavamos nem próximo da boa forma que estamos agora. Eu não vou dar desculpas, mas acho que estamos jogando merda em todos, fudendo geral. É mais punk rock e minimal, mas ao mesmo tempo mais teatral, a volta do que Marilyn Manson deveria ser. Demorou um pouco para sair do burraco em minha cabeça em que eu estava depois que terminei o álbum, [tomar algum tempo] não sabendo o que eu queria fazer comigo mesmo. E agora eu sei. Então isso vai acontecer.

The High End of Low marca uma virada para a melhor na recepção dos álbuns de Marilyn Manson, você se sente como se estivesse no topo?

Espero que sim. Eu gostaria de estar. Eu acho que é só questão de fazer música… honestamente, eu acho que a melhor maneira de testar músicas é tocando-as para uma garota. E não precisa ser uma garota em particular. Eu tendo a pensar que garotas são a melhor forma de testar uma música, se elas gostam… eu lembro quando eu ia aos shows, quando era mais jovem, para ficar com as garotas que iam lá para tentar ficar com os caras da banda e ter relação sexuais com eles [risos], isso simplifica o processo de fazer música, [risos], mas honestamente, acho que… eu gosto da minha opinião, e eu posso ser objetivo. Eu não sou tão egocêntrico para acha que algo soa legal… Eu sou muito crítico, de mim mesmo especificamente, agora acho que fiz um álbum maravilho que gostaria que mais pessoas o escutasse, eu irei fazer mais vídeos e irei fazê-los do meu jeito. Eu tenho um novo website para facilitar isso.

Fonte: Metal Hammer

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Nós estamos tocando um monte de músicas diferentes dessa vez

Por José em 04/12/2009, categoria(s): Entrevista

A revista Metal Hammer conversou com Marilyn Manson sobre sua próxima turnê pelo Reino Unido para conseguir uma amostra do que podemos esperar…

Como estão indo os shows?

Essa turnê está indo muito bem. Várias coisas precisam ser ajeitadas em minha cabeça, mentalmente, para realmente resgatar todo o estilo rock ‘n’ roll novamente. No momento acho que estamos em um ótimo ritmo, então no momento em que chegarmos a vocês, será um grande “sopro”.

Nós estamos tocando um monte de músicas de diferentes épocas. Faixas do “Antichrist Superstar” e “Holy Wood” como “Coma White” e “Coma Black”. Há algumas coisas do novo álbum que talvez tocaremos, como “Running to the Edge of the World” – o vídeo que fizemos para essa música causou grande alvoroço. Nós começamos a tocar “Dried Up, Tied Up And Dead To The World” novamente, onde toco guitarra – e eu cheguei ao ponto onde eu posso tocá-la melhor do que tocava antes. Agora minha música favorita para cantar ao vivo é “Devour”.

Segue as datas da turnê no Reino Unido:

  • December 9 – O2 Academy Brixton, Londres
  • December 10 – O2 Academy Brixton, Londres
  • December 13 – O2 Academy Birmingham, Birmingham
  • December 14 – Academy, Manchester
  • December 15 – O2 Academy Glasgow, Glasgow
  • December 17 – Trent FM Arena Nottingham, Nottingham

Marilyn Manson também tem usado um par de luvas com lasers em seus shows mais recentes.

Eu sempre gostei de tirar fotos e fazer clipes de coisas como essas, então quando eu terminei de gravar o álbum, foi algo que peguei e usei dentro de casa – eu tenho máquinas de fumaça na minha casa – e eu acho que isso me faz lembrar os momentos em que eu costumava ser apontado com lasers e pensava “Eu irei ser morto”.

Fonte: Metal Hammer

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Manson encerra contrato com a Interscope e volta com Evan

Por José em 03/12/2009, categoria(s): Entrevista, Notícias

Depois de alguns comportamentos chocantes em entrevistas recentes, Marilyn Manson está de volta com a mulher que ama … “isso é um furo de reportagem, você pode ser o primeiro a dizer isso.”

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Você tem estado no poço do desespero e voltou, como isso te inspirou e motivou depois de crise de identidade?

“Eu acho que não tenho medo de ser eu. Às vezes, [isso] acontece quando você chegar a este ponto em sua carreira, e há tantas coisas que aconteceram e influênciam o que você fez, além das influências das coisas que te inspirou. Às vezes você se sentir embaraçoso no que você faz melhor, você sente que tem que mudar. Mas acho que muita gente vai concordar que eu sendo eu no meu melhor [é o que] eu preciso ser. Penso que realmente valeu a pena, porque eu estou de volta com Evan, isso é um furo de reportagem, você pode ser o primeiro a dizer isso.”

O que mais há de novo?

Nós acabamos de ser liberado do contrato com a Interscope, acho que minhas mãos estavam amarradas em muito do controle criativo – os vídeos – coisas do tipo. E o primeiro exemplo é o mais novo vídeo, eles certamente não me permitiriam fazer aquele vídeo. Nós começamos a escrever novas músicas na estrada – um pouco como [o álbum de David Bowie] ‘Aladdin Sane’ – e acho que as pessoas podem esperam um novo álbum mais cedo do que nós [esperamos].

Você não me parece alguem que voltaria atrás com a gravadora…

Você ficaria surpreso o quão minha criatividade acabou em várias vezes em minha vida, eu não queria fazer música porque eu estava tão restrito da música que eu queria fazer – o que eles liberavam, era retirado depois, quais idéias eles permitiriam ser vinculadas nesses vídeos. Pelo menos metade da minha produção criativa foi esmadada, acho que agora as pessoas podem esperar bem mais.

Então o novo material será um olhar mais honesto do Marilyn Manson?

Sim, acho que vai ser mais agressivo, talvez mais romântico. Auto-abusivo.

Fonte: Metal Hammer

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Marilyn Manson é um Nazista matador de filhotes

Por Mrs Manson em 19/11/2009, categoria(s): Entrevista, Notícias

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Talvez devêssemos deixar que ele explique…

“Algumas pessoas pensam que eu sou o tipo de rock star que fez cirurgia para fazer sexo oral consigo mesmo. Sendo sincero, EU NÃO GOSTARIA DE CHUPAR O MEU PINTO. Ele esteve em muitos lugares sujos.

O Christian Coalition disse que eu joguei filhotes e cocaína para o público e mandei que eles matassem os cachorrinhos e usassem a droga, quando, em verdade, EU NUNCA MACHUQUEI UM ANIMAL E EU NÃO JOGO FORA DROGAS DE GRAÇA.

“E também há o boato de eu ter participado do Mr. Belvedere. Eu nunca sequer assisti a esse programa. Eu espero que o ator verdadeiro esteja usando esse rumor para fazer sexo.

E eu ouvi dizer que eu sou um nazista e que eu fui criado em um laboratório. A VERDADE É MAIS CHOCANTE: Eu já cheirei grande quantidade de tudo. Eu já bebi lama. Eu poderia contar a você as desventuras sexuais que fariam você começar a beber.
Mas o mais assustador sobre mim é que EU TENHO MAIS MORTES EM MEUS ÁLBUNS DO QUE QUALQUER OUTRA PESSOA. 

“Nestes dez últimos anos, eu tenho sido apontado, mais do que qualquer um, como a causa da violência nas escolas. Mais que o Ozzy ou Judas Priest. Eu descobri que os assassinos não têm aparecido na imprensa nacional porque eu estou associado a todos os assassinatos. Isto é estranho – MARILYN MANSON É UM VILÃO CRIADO PELAS PESSOAS QUE PRECISAM QUE ELE EXISTA PARA EXPLICAR OS PROBLEMAS PELO QUAL ELES MESMOS SÃO RESPONSÁVEIS.

[Os gritos abafados de uma mulher são escutados ao fundo] Você escutou isso? Eu posso começar uma nova lenda agora mesmo. “EU SOU O ROQUEIRO MONSTRO DO LAGO NESS, EU SOU O BICHO-PAPÃO.” – MARILYN MANSON

Fonte: Spin

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