“The High End of Low” é a nova obra discográfica de Marilyn Manson que sairá a venda dia 26 de maio, enquanto gravava, o reverendo teve tempo de lançar uma marca de absinto, metesse em julgamento e inspirar-se em impactantes assassinatos. Parece o regresso do Manson mais irreverente e perigoso. A América volta a se crucificar.
Como todos sabemos, o reverendo é um antigo aficionado por pinturas e conseguiu exibir em várias galerias de arte, tanto nos Estado Unidos, Alemanha e Brasil. Suas obras de artes tem sido valorizada em milhões de euros (desde 2.000 até 35.000), e ainda vende em seus concertos – em edição limitada – os cartazes de sua recente volta pelo Estados Unidos desenhando com estética reprográfica ao estilo de capas de revistas de literatura ‘underground’ de ciência e ficção dos anos 60-70. Também declarou ter inspirado-se nos classificados como “gente interessante”, como a Dália Negra (Elizabeth Short, mulher horrivelmente mutilada em 1947) e Jonbenet Patricia Ramsey (rainha da beleza infantil que foi encontrada morta por estrangulamento e estupor na casa de seus pais em 1996 quando tinha 6 anos).
Nos negócios, Manson tem dado renda solta a sua afeição ao absinto (a bebida preferida dos boêmios do século XIX e devido ao seu alto nível de álcool, até 75%, até pouco tempo estava proibido em muitos países) com a comercialização da marca “Mansinthe” (de 66,6% e 66,6 euros por garrafa) e que tem sido um êxito de vendas.
Mas a notícia mais importante foi o retorno de Twiggy Ramirez, o “seio” da banda depois de ter deixado a banda em 2002 por “diferenças artísticas”. Manson e seu melhor amigo fizeram as pazes a tempo de elaborar o novo álbum que se chama “The High End of Low”. A volta de Twiggy resultou na saída de Tim Skold da banda já que ele não suportava Twiggy.
No que diz respeito ao primeiro tema que está disponível para download gratuitamente em seu site oficial, We’re a From America, Manson disse: “As pessoas me perguntam: Porque está tão fodido?” e eu respondo: “Porque sou americano. Eu odeio o fato de muitas pessoas tenham fodido com o país, e muitas pessoas foderam com minha vida pessoal e eu permiti que isso acontecesse. Então de alguma maneira, eu sinto um pouco como a toda a América se sente, mas de nenhuma maneira isso me torna um roqueiro patriota.”
Manson quer enfatizar a música chamada “15″ a qual encerra o álbum: “É de longe a música mais incasual que fizemos, de modo que em 5 de janeiro, o dia do meu aniversário, gravamos essa música, quando escutarem a letra irão compreender.”
Manson também afirmou que este disco tem um certo ar de “vingança” e que é mais épico em um sentido bíblico que o “Antichrist Superstar”: “foi um processo caótico, mas que ocorreu bem, há letras sobre coisas que nunca havia falado em publico antes.”